A vida é um bosque sem trilhas.
Onde o rosto queima e se delicia.
Com teias de aranhas partida.
E um olho chora, devido a um arranhão.
Gostaria de balançar nos galhos das bétulas...e subir em negros galhos de um tronco branco até o céu...até a copa não suportar, baixar-se e me pôr de novo no chão.
Seria bom ir e voltar.
Há quem faça pior do que balançar em bétulas.
A que ponto das nossas vidas começamos a pensar no passado e no futuro?
Quando criança nunca pensei muito nisso. Sinto falta desses dias.
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