"Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranquilo (...)"
domingo, 26 de janeiro de 2014
Explicar, como explicar? E isso se explica?
Um dia, em meio a uma conversar, me pediram que eu explicasse o que era o amor. Parei. Chorei. Solucei. E após 3 breves segundos pensei e não soube responder de imediato. Cinco horas mais tarde enquanto eu ouvia "steam engine" do Jim James, meus pensamentos começaram a vir desordenados e aí foi quando eu consegui responder o que era o amor. Amor é sentimento que precisa ser cultivado todos os dias; é olhar pra trás todos os dias e lembrar dos motivos pelos quais você ainda permanece; é ver os pequenos defeitos insistirem em se transformar em qualidades; é ter saudade e querer matá-la todos os dias; é renovação de carinho, palavra, abraço, beijo. O amor faz a gente parar de respirar só em pensar em não senti-lo outra vez. O amor tudo suporta e tudo perdoa. O amor faz a gente permanecer e sonhar que dias melhores estão por vir. O amor faz a gente querer ficar, ter certeza de que pelo menos por alguém tudo é suportável e esperado esperançosamente. E quando o amor se vai: a gente chora, soluça, lembra, relembra e ainda não sei se se esquece.
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Olá, encontrei seu blog na sua descrição de si no Tinder... é, eu também estou apelando em busca do amor. Eu já vivi tudo isso que você descreveu e o descreveu com bastante precisão. Entretanto, nem tudo se perdoa e assim perdi meu último grande amor (não, não foi traição, não sou esse tipo de homem machista que acha que colecionar mulheres tem algum mérito ou é sinônimo de virilidade). Há 7 anos estou sozinho. Há 7 anos procuro. E só encontro solidão...
ResponderExcluirMas estou confiante de que isto vai mudar. Bom, se você quiser saber mais de mim, há dois caminhos publicáveis aqui: o blog jornaldoprofeta.blogspot.com (o novo que criei diario-do-mario.blogspot.com.br, eu não tenho atualizado muito [isso quer dizer quase nada]) ou pelo facebook: coloca na busca mario.barros.75 eu sou o sorridente barbudo abraçado com a sorridente senhora que foi minha babá e que considero minha segunda mãe (muito embora, em várias ocasiões, tenha sido a primeira!). Bom, é isso. Adicionarei seu blog no "Diário não tão diário do Mário" para que possa freqüentá-lo com mais assiduidade.
Um beijo,
Mário